Lab#1 Michelle Moura : lote3

Lab#1 com Michele Moura

Procurando por maneiras de explorar "o que é um impulso", eu escolhi trabalhar em uma caminhada lenta. Quando andamos, muitas partes do corpo estão envolvidos em séries de movimentos multidirecionais, que normalmente não podemos notar em uma velocidade normal do corpo. Lentamente, podemos perceber que quando caminhamos, não nos movemos apenas para frente, mas também para os lados, para cima, para baixo e para trás. Eu estava interessada em observar como o corpo negocia com gravidade, as pressões geradas no corpo, e pelo corpo, por causa da gravidade. A lentidão foi um parâmetro escolhido para que os micromovimentos pudessem ser observados. Aí, uma vez que esses micromovimentos pudessem ser observados a tarefa era amplificá-los e entregar-se a suas conseqüências: deformações posturais, mais tônus ​​do que o habitual, gestos e direções imprevisíveis, quase não há fluidez. Assim, o que produz movimento, é o movimento que já está acontecendo no corpo. (e aí podemos pensar na “Small Dance” de Steve Paxton...)
É muito difícil “ver” onde o movimento está acontecendo, uma vez que existem múltiplas escalas, intensidades, localizações e, um movimento está sempre produzindo outros movimentos, em um sistema contínuo e dinâmico. Esse é o barato!

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Lab # 1 with Michele Moura

Looking for ways to explore "what is an impulse," I chose to work at a slow walk. When we walk, many body parts are involved in multidirectional movements, which can not usually be noticed at the normal speed of the body series. Slowly, we realize that when we walk, we do not only move forward but also sideways, up, down and back. I was interested in observing how the body negotiates with gravity, the pressures generated in the body, and by the body, because of gravity. The slowness was a chosen parameter so that the micro-movements could be observed. Once these micro-movements could be observed, the task was to amplify them and surrender to its consequences: postural deformities, more than usual tone, gestures and unpredictable directions, almost there's no fluidity. So what produces movement, is the movement that is already happening in the body. (And then we can think of "Small Dance" by Steve Paxton ...)
It is very Difficult to "see" where the movement is going on, since there are multiple scales, intensities, and locations, the movement is always producing other movements in a continuous and dynamic system. That's the trip about it!


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pq tão lento?

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registro diário, imagético e subjetivo do Laboratório-Intervenção com Michelle Moura feito pela residente Clarice Lima.

http://www.tres.lote24hs.net/files/gimgs/93_aberturamichelle.jpg